Materiais · Granito
Granito: a bancada que aguenta a rotina
Pedra natural dura, densa e com o melhor custo por metro. A escolha padrão para cozinha, lavanderia e escada.
O granito é formado por grãos de vários minerais, o que dá a ele a textura pontilhada e a dureza alta. É a pedra mais usada em bancada de cozinha por um motivo simples: resiste a calor, risco e uso pesado, e custa menos que quase todas as outras. Temos as cores nacionais mais pedidas em estoque, polidas e algumas também escovadas.
Indicado para
- Bancada de cozinha
- Lavanderia e tanque
- Escada
- Churrasqueira
- Soleira e peitoril
Vale saber
Granito claro pode absorver líquido se ficar muito tempo parado; um selante de tempos em tempos resolve. Em área externa, o granito escuro absorve muito calor: a fixação pede argamassa ou PU adequado, e em borda de piscina ele esquenta a ponto de incomodar o pé.
29 cores em estoque
Fundo creme com manchas grandes em dourado, bege e cor de ferrugem. É um granito movimentado: numa bancada comprida, o desenho muda de uma ponta para a outra, e é isso que dá personalidade a ele. Vem principalmente do Espírito Santo.
Fundo cinza claro salpicado de manchas pretas alongadas, como pequenos traços. Curiosidade: tecnicamente ele nem é granito. É um nefelina sienito, rocha quase sem quartzo, tirada do Morro do Marapicu, entre Nova Iguaçu e o Rio de Janeiro, e está em fachadas e monumentos do centro antigo do Rio.
Branco acinzentado de grão fino e bem distribuído, com pontinhos pretos e cinza. De longe a superfície parece quase lisa: é um dos brancos mais discretos do estoque, para quando a pedra não deve roubar a cena.
Branco com grão médio bem marcado em preto e cinza, com mais contraste que o Dallas e o Polar. O pontilhado forte é o que ele tem de prático: migalha e respingo do dia a dia somem no desenho.
Branco levemente creme, de grão fino e desenho calmo, quase sem ponto escuro. Leva o nome de Itaúnas, vila de Conceição da Barra, no norte do Espírito Santo, estado de onde ele vem. É o granito para quem quer uma bancada clara sem o pontilhado dos outros brancos.
Branco com pontos pretos e cinza espalhados de forma regular, bem parecido de uma chapa para outra. Essa regularidade faz dele o granito de obra grande: é o da Galeria Pagé Brás, onde fizemos piso, lavatórios e divisórias de banheiro com ele.
Marrom escuro com cristais graúdos em marrom, preto e bege, que lembram grão de café torrado. É granito brasileiro e um dos marrons mais usados em bancada: esconde bem o uso e combina com madeira.
Cinza médio de grão fino, com preto e branco bem misturados e aparência uniforme. Vem do Espírito Santo. É dos granitos que mais escondem o uso: marca de copo e respingo quase não aparecem.
Cinza um pouco mais escuro e mais fechado que o Andorinha, de grão fino e regular. Fica sóbrio em bancada e aguenta bem piso e escada, dentro e fora de casa.
Fundo cinza claro com cristais brancos grandes e manchas pretas: um granito de desenho graúdo, que aparece mesmo numa peça pequena. Vem de Corumbá de Goiás.
Marrom liso, quase sem grão à vista. Um dos poucos granitos de cor chapada, para quem quer a resistência do granito sem o pontilhado.
Mistura de grãos em cinza, marrom e ocre, com pontos pretos. De perto é colorido; de longe vira um marrom acinzentado neutro, que conversa bem com madeira e com piso de tom quente.
Preto profundo e uniforme, praticamente sem grão aparente. Ao lado do São Gabriel, que tem pontinhos visíveis de perto, o Absoluto é mais liso e mais escuro: é o preto de quem quer a superfície chapada.
Preto com grãos pequenos que aparecem de perto, em cinza e marrom escuro. O nome vem de São Gabriel da Palha, no norte do Espírito Santo, e ele é extraído há mais de quarenta anos na região de Colatina. Polido, fica espelhado; escovado, fica fosco e com toque aveludado.
Fundo preto cortado por veios e manchas brancas que lembram o céu estrelado, daí o nome. É granito brasileiro, extraído no Espírito Santo. Numa ilha ou num painel, o desenho vira o ponto de atenção do ambiente.
Verde tão escuro que parece preto, com cristais em dourado, verde e cinza. Foi descoberto em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, por volta de 1961. A extração lá foi proibida no fim dos anos 1980, e hoje a pedra com esse nome vem de jazidas parecidas no Espírito Santo e na Bahia. Para o geólogo, é um charnockito.
Vermelho intenso de grão médio, com pontos pretos e cinza. Sai de uma jazida só, em Capão Bonito, no sudoeste de São Paulo, e é exportado para o Japão, a Alemanha e os Estados Unidos, onde está em fachadas e em pisos de metrô e aeroporto.
Também em estoque: Amarelo Icaraí, Arabesco, Branco Romano, Café, Centauros, Cinza Absoluto, Cinza Mauá, Marrom Tabaco, Piracema, Pitaya e Vermelho Brasília.
Pedra é material natural: veio e tonalidade variam por lote, e as amostras da loja são a referência. Não garantimos complemento na mesma tonalidade em pedidos posteriores.
Obras
59 fotos de obras em granito.
Orçamento em granito: manda as medidas.
Medida aproximada, foto do ambiente ou planta. Antes de cortar, medimos no local. Resposta em até 1 dia útil.



